Nova Cruz/RN -

EZEQUIEL FERREIRA REQUER SERVIÇOS DE REPAROS NAS RODOVIAS DO ESTADO

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), apresentou uma série de requerimentos solicitando melhorias em várias estradas do Estado. Os documentos são endereçados à governadora Fátima Bezerra (PT) e ao diretor-geral do Departamento de Estradas e Rodagens (DER), Manoel Marques.

Uma das solicitações do parlamentar é em relação a RN-317, que liga os municípios de Brejinho a Santo Antônio, no Agreste potiguar. Ezequiel pede a execução de serviços de reparos na rodovia. “A falta de manutenção nos últimos anos e o consequente desgaste do asfalto com o aparecimento de buracos tem dificultado o tráfego e coloca em risco a população”, disse. Ezequiel ressalta que a RN-317 é um importante trecho de escoamento da produção Agreste.

Outra estrada que foi alvo de requerimento do presidente da Assembleia foi a RN-041, que liga os municípios de Currais Novos à Lagoa Nova, no Seridó. Os buracos “já vêm causando acidentes com condutores de veículos na região, que são obrigados a desviar das crateras abertas. Em alguns trechos a situação está caótica”, disse. Pela RN-041, são transportadas as produções de castanhas de caju, mandioca e hortaliças produzidas em Lagoa Nota. Além disso, caminhões que transportam equipamentos para construção de parques eólicos também passam pelo local constantemente. A recuperação asfáltica seria de aproximadamente 27 quilômetros.

Por último, Ezequiel pediu ainda a renovação da sinalização vertical e horizontal, bem como da ciclofaixa e a reativação de radares da Via Costeira, em Natal. Considerada uma das principais vias da capital potiguar, o local está sem fiscalização e, há cerca de sete anos, sem monitoramento de velocidade devido a carência de equipamentos do Detran. Já a sinalização vertical e horizontal foi prejudicada pela maresia. “A ciclofaixa é de extrema importância porque a calçada da Via Costeira está sendo utilizada para a prática de atividades físicas, ocasionando risco de acidentes entre pedestres”.

Papa Francisco escreve segunda carta de próprio punho ao Padre Flávio Medeiros pedindo saúde para o pároco de Mirassol acometido pela covid

A recuperação do Padre Matias Soares, da Paróquia de Mirassol, em Natal, alegrou o Papa Francisco.

Informado pelo Padre Flávio Medeiros, potiguar e seu auxiliar no Vaticano, e que passa a pandemia entre Natal e Acari, o Papa escreveu uma carta.

A segunda de próprio punho escrita a Flávio para desejar recuperação ao pároco acometido do vírus.

Eis a carta:

22.08.2020
Pe. Flávio Medeiros,
Caro irmão,

Muito obrigado pela bela notícia! Agradeço ao Senhor.
Uma afetuosa saudação àqueles bons fiéis que rezaram incansavelmente, e peço a eles que o façam por mim. Abençoo a todos eles.
Ao Pe. Matias Soares uma cordial saudação.
Que o Senhor o abençoe e Nossa Senhora o proteja e, por favor, não se esqueça de rezar por mim.

Francisco.

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Do Blog – Padre Flávio comunicou ao Papa que o padre Matias havia deixado a UTI onde passou dias lutando contra a covid.

Foi esse vídeo que o Papa recebeu.

Fonte:Blog Thaísa Galvão

DEPUTADOS ESTADUAIS ACOMPANHAM VISITA OFICIAL DE BOLSONARO AO RN

Os deputados estaduais Tomba Farias (PSDB), Albert Dickson (PROS) e Nelter Queiroz (MDB), acompanharam nesta sexta-feira (21) a agenda do presidente Jair Bolsonaro aos municípios de Mossoró e Ipanguaçu, onde entregou diversos benefícios à população.

“Esse é um momento importante para o nosso Estado, quando o presidente da República vem trazer e anunciar benefícios para o nosso povo”, disse o deputado Nelter Queiroz.

As obras e investimentos do Governo Federal também foram celebradas pelo deputado Tomba Farias. “Tudo que vier de bom para o nosso Estado tem o nosso apoio e o Governo Federal tem feito muito pelo nosso Estado”, ressaltou.

Acompanhado da esposa e deputada federal Carla Dickson (PROS), o deputado estadual Albert Dickson destacou a contribuição do Governo Federal no combate à Covid-19. “O Rio Grande do Norte só irá vencer essa guerra contra o Coronavírus com essa ajuda que está sendo enviada pelo Governo Federal. São recursos que estão salvando vidas”, disse.

O primeiro compromisso do presidente Jair Bolsonaro foi em Mossoró, onde entregou  300 unidades habitacionais. O residencial que leva o mesmo nome da cidade contou com investimentos de R$ 18,3 milhões do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).  Também foram entregues cinco veículos ABTS do Programa Nacional de Qualidade de Vida para Profissionais de Segurança Pública (Pró-Vida), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Na sequência, a comitiva federal seguiu para o município de Ipanguaçu. Na Comunidade Angélica, as autoridades acompanharam a perfuração de um poço, executada pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs/MDR). Houve a entrega simbólica de 23 sistemas dessalinizadoras do Programa Água Doce, que atendem cerca de 5,3 mil pessoas, além do anúncio de ampliação de crédito para a carcinicultura, a fim de fortalecer o trabalho dos produtores de camarões na região. Atualmente, o Rio Grande do Norte é responsável por 43,2% da produção brasileira.

Durante o evento em Ipanguaçu, o Ministério do da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), entregou Títulos de Domínio para 1.060 famílias de agricultores assentados de 13 municípios. Além disso, 750 contratos de crédito foram emitidos para famílias beneficiárias da reforma agrária, representando um investimento de R$ 3,7 milhões. A Pasta também anunciou o início de obras, com investimentos de R$ 2,9 milhões, para a construção de uma adutora e um reservatório e a recuperação de estradas vicinais.

Já o ministro das Comunicações, Fábio Faria, anunciou medidas para ampliar o acesso da população do Rio Grande do Norte à Internet. São elas: Programa Wi-Fi na Praça (Mcom-Telebras); atendimento de áreas com potencial turístico; apresentação do TAC Tim: Termo de Ajustamento de Conduta entre a TIM e a Anatel; e doação de 30 computadores recondicionados para escolas públicas e telecentros da região, por meio do Programa Computadores para Inclusão.

Participaram do evento os deputados federais Beto Rosado; Walter Alves; Benes Leocádio; Carla Dickson; General Girão; os ministros do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho; das Comunicações, Fábio Faria; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina; além de prefeitos, autoridades e da população em geral.

Governo vai lançar novo programa habitacional

O secretário especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Meta é apoiar fortemente os municípios para a regularização fundiária

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse hoje (21) que, na próxima semana, o governo federal vai lançar um novo programa de habitação popular e que pretende “apoiar fortemente” os municípios para a regularização fundiária de suas áreas. “Nós precisamos atacar uma situação que é muito ruim, metade da população brasileira que mora em habitações no país não tem a escritura pública”, disse.

Hoje, o governo atua por meio do Programa Minha Casa Minha Vida, em parceria com a Caixa Econômica Federal, e atende famílias de diversas faixas de renda, com diferentes modalidades de contratação e recursos oriundos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), por exemplo.

Marinho participou hoje (21), ao lado do presidente Jair Bolsonaro, da entrega de 300 moradias a famílias de baixa renda de Mossoró, no Rio Grande do Norte, em um conjunto habitacional que leva o mesmo nome do município. Os investimentos da União na construção das residências somam R$ 18,3 milhões e vão beneficiar mais de 1,2 mil pessoas.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional, são 19 blocos de apartamentos no Residencial Mossoró I. As moradias têm 39,05 m², possuem valor médio de R$ 61 mil e estão divididas em dois quartos, cozinha, área de serviço, sala e banheiro. Todas as unidades podem receber pessoas com deficiência, sendo que 13 delas já estão adaptadas.

Outras 600 unidades no mesmo residencial devem ser entregues nos próximos meses, as etapas II e III têm cerca de 95% das obras executadas. No total, para os 900 apartamentos, o investimento federal é de R$ 54,9 milhões e atenderá mais de 3,6 mil pessoas.

Agência Brasil

JOSÉ DIAS DEFENDE INVESTIMENTOS PARA PRODUÇÃO DE POLPA DE FRUTAS EM SÃO MIGUEL

O apoio governamental para investimentos numa fábrica de polpa de frutas no distrito Baixinha dos França, no município de São Miguel do Gostoso, foi um dos temas do pronunciamento do deputado José Dias (PSDB). Na sessão remota por videoconferência desta quinta-feira (20), o parlamentar defendeu a iniciativa.

“É um investimento que pode muito bem ser contemplado nas ações do programa Governo Cidadão e terá um grande efeito econômico e social, pois a área a ser beneficiada está encravada num assentamento”, defendeu o deputado.

José Dias argumentou que recebeu pedidos de apoio da comunidade a este pleito e que a produção de polpa de frutas no local é a única forma de tornar a comunidade residente auto sustentável e com renda suficiente para uma vida digna.

O município de São Miguel do Gostoso é composto por 26 distritos ou assentamentos e de acordo com dados do IBGE de 2010, conta com uma população de quase 9 mil habitantes, que varia conforme o fluxo turístico.

50 cidades do RN têm falhas de transparência com gastos relativos à Covid; VEJA LISTA

Os alertas foram emitidos após trabalho de acompanhamento realizado pela Diretoria de Administração Municipal, que identificou a ausência de alguns dos itens preconizados pela legislação

Segundo o TCE, 50 municípios potiguares não disponibilizaram integralmente dados sobre as contratações e aquisições relativas ao enfrentamento da pandemia do coronavírus – Foto: José Aldenir / Agora RN

Redação – Agora RN

O Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) emitiu alerta para 50 municípios potiguares que não disponibilizaram integralmente em seus portais da transparência dados sobre as contratações e aquisições relativas ao enfrentamento da pandemia do coronavírus. A Lei nº 13.979/2020 determina que os gestores informem os dados acerca das despesas na data da contratação.

Os alertas foram emitidos após trabalho de acompanhamento realizado pela Diretoria de Administração Municipal, que identificou a ausência de alguns dos itens preconizados pela legislação, e que também estão incluídos na Nota técnica 004/2020, emitida pela Secretaria de Controle Externo do TCE para orientar os gestores.

A lista de alertas, com os dados dos municípios, pode ser acessada através do link: http://www.tce.rn.gov.br/Alertas/AlertasCOVID .

Segundo os termos da nota técnica 004/2020, os entes públicos devem registrar pelo menos “o nome e CNPJ do contratado, o valor do contrato, prazo de vigência, o processo de despesa, o objeto e a quantidade contratadas e o número da nota de empenho ou da ordem de compra/serviço emitida”.

O levantamento da equipe técnica da Diretoria de Administração Municipal identificou que o dado que mais frequentemente esteve ausente dos portais da transparência foi do prazo de vigência do contrato. Contudo, há casos de gestores que não prestaram em seus portais qualquer informação específica sobre o combate à pandemia.

Após a emissão dos alertas, e mediante novo levantamento realizado pela Corte de Contas, os gestores públicos que não adequarem os portais da transparência podem responder processo de apuração de responsabilidade.

Bolsonaro vem ao RN para entregar casas, obras contra a seca e anunciar internet mais acessível

Presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) inicia nesta sexta-feira 21 a sua primeira visita oficial ao Rio Grande do Norte – Foto: PR

Em terras potiguares, Jair Bolsonaro participará de inaugurações de obras e lançamento de ações e programas federais

O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) inicia nesta sexta-feira 21 a sua primeira visita oficial ao Rio Grande do Norte. Em terras potiguares, ele participará de inaugurações de obras e lançamento de ações e programas federais no Rio Grande do Norte.

A agenda tem previsão de participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, e dos ministros do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho; das Comunicações, Fábio Faria; e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

As iniciativas envolvem a entrega de moradias, de empreendimentos de acesso à água, de Títulos de Domínio a assentados, além do anúncio de medidas para ampliar o acesso da população à internet e apoio ao setor produtivo de camarões.

O primeiro compromisso, em Mossoró, será a entrega de 300 unidades habitacionais. O residencial que leva o mesmo nome da cidade contou com investimentos de R$ 18,3 milhões do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

Também serão entregues cinco veículos ABTS do Programa Nacional de Qualidade de Vida para Profissionais de Segurança Pública (Pró-Vida), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Na sequência, a comitiva federal segue para o município de Ipanguaçu. Na Comunidade Angélica, as autoridades acompanham a perfuração de um poço, executada pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs/MDR). No mesmo local, haverá a entrega simbólica de 23 sistemas dessalinizadores do Programa Água Doce, que atendem cerca de 5,3 mil pessoas, além do anúncio de ampliação de crédito para a carcinicultura, a fim de fortalecer o trabalho dos produtores de camarões na região.

Atualmente, o Rio Grande do Norte é responsável por 43,2% da produção brasileira. Mais ações Durante o evento em Ipanguaçu, o Ministério do da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa), por meio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), entrega Títulos de Domínio para 1.060 famílias de agricultores assentados de 13 municípios.

Além disso, 750 contratos de crédito serão emitidos para famílias beneficiárias da reforma agrária, representando um investimento de R$ 3,7 milhões.

A Pasta também autorizará o início de obras, com investimentos de R$ 2,9 milhões, para a construção de uma adutora e um reservatório e a recuperação de estradas vicinais.

Já o Ministério das Comunicações irá anunciar medidas para ampliar o acesso da população do Rio Grande do Norte à Internet. São elas: Programa Wi-Fi na Praça (Mcom-Telebras); atendimento de áreas com potencial turístico; apresentação do TAC Tim: Termo de Ajustamento de Conduta entre a TIM e a Anatel; e doação de 30 computadores recondicionados para escolas públicas e telecentros da região, por meio do Programa computadores para Inclusão.

Visita presidencial ao Rio Grande do Norte

MOSSORÓ: Data: 21/8 (sexta-feira) / Horário: 10h Local: Rua Isaura Rosado, bairro Nova Betânia, Mossoró (RN)- Estrada Alagoinha.

  • Entrega de 300 moradias no Residencial Mossoró I (MDR);
  • Entrega de 5 veículos ABTS provenientes do Pró-Vida e de material da Força Nacional de Segurança Pública (Ministério da Justiça e Segurança Pública- MJSP).

IPANGUAÇU: Data: 21/8 (sexta-feira) / Horário: 12h30 / Local: Comunidade Angélica, zona rural de Ipanguaçu (RN)

  • Perfuração de poço e entrega de sistemas dessalinizadores (MDR);
  • Entrega de 1.060 Títulos de Domínio (Incra/MAPA);
  • Emissão de 750 contratos de crédito no valor de R$ 3,75 milhões (Incra/MAPA);
  • Autorização de início de obras para beneficiar 6 assentamentos da região (Incra/MAPA);
  • Anúncio de medidas para ampliar o acesso da população à internet: Programa Wi-Fi na Praça (Mcom-Telebras), atendimento de áreas com potencial turístico, TAC Tim;
  • Doação de computadores recondicionados para telecentros e região (Mcom).

Fonte: Agora RN

Em sessão do Congresso, Câmara mantém veto a reajuste de servidores

A cúpula maior, voltada para cima, abriga o Plenário da Câmara dos Deputados.

© Marcello Casal JrAgência Brasil

Medida abrange profissionais da saúde e da segurança pública

Por 165 votos contra o veto e 316 a favor, em sessão do Congresso Nacional, a Câmara dos Deputados manteve o veto presidencial a reajustes salariais de servidores públicos até 31 de dezembro de 2021. 

A medida abrange categorias de servidores que atuam na linha de frente no combate ao novo coronavírus, como trabalhadores da educação, saúde e segurança pública, servidores de carreiras periciais, profissionais de limpeza urbana e de serviços funerários. O texto não previa reajuste automático, mas autorizava estados e municípios a fazê-lo com recursos próprios.

Ficam de fora da restrição os aumentos aprovados antes do estado de calamidade pública, como o concedido aos militares das Forças Armadas.

Na sessão do Congresso de ontem (19), senadores derrubaram o veto do presidente Jair Bolsonaro por 42 votos a 30. Para assegurar a derrubada de um veto é necessária maioria absoluta em ambas as Casas.

Durante a sessão, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a defender a manutenção do veto. O parlamentar alegou que, enquanto servidores públicos continuam com salários integrais pagos em dia, o setor privado enfrenta uma série de dificuldades como perda de vagas de trabalho e redução de jornadas.

“A crise econômica não está acabando. Uma crise que já tirou mais de 100 mil vidas, que já tirou mais de 2 milhões de empregos, que já tirou a integralidade do salário de mais 9 milhões de brasileiros. A Câmara precisa dar uma resposta que, do meu ponto de vista, é defender a manutenção do veto”, argumentou. Antes da votação, Maia atuou na articulação com líderes partidários para garantir a votação necessária para manter o dispositivo.

Na manhã desta quinta, o presidente Jair Bolsonaro alegou que a derrubada do veto daria um prejuízo de R$ 120 bilhões ao país, e que a decisão do Congresso tornaria “impossível governar o país”.

Partidos de oposição tentaram adiar a votação do trecho para a próxima semana, alegando questões regimentais. De acordo com a deputada Perpétua Almeida (PCdoB – AC), houve o descumprimento de regimento do Congresso Nacional que obriga a convocação e publicação da pauta com antecedência mínima de 24 horas.

Despejo

Os deputados também mantiveram a derrubada de veto que proíbe o despejo de inquilinos. Dessa forma, fica mantido o texto que suspende, por até 30 de outubro deste ano, a concessão de liminares protocoladas até 20 de março para despejo de inquilinos por atraso de aluguel, fim do prazo de desocupação pactuado, demissão do locatário em contrato vinculado ao emprego ou permanência de sublocatário no imóvel.

A suspensão abrange os imóveis urbanos (comerciais e residenciais) e atinge todas as ações ajuizadas a partir de 20 de março, data em que foi reconhecido oficialmente o estado de calamidade no país. Esse trecho irá à promulgação.

Mais da metade da população brasileira vive em lares beneficiados por auxílio relacionado à pandemia, diz IBGE

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Mais da metade da população brasileira já vive em lares beneficiados por algum tipo de auxílio financeiro relacionado à pandemia. No mês de julho, entre os 211,041 milhões de habitantes do País, 107 milhões moravam em domicílios em que ao menos uma pessoa da família recebia uma ajuda emergencial do governo.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid (Pnad Covid-19) mensal, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 20.

O auxílio elevou a renda de mais de 18 milhões de brasileiros que viviam na miséria: o rendimento médio domiciliar per capita sem o benefício foi de apenas R$ 11 mensais em julho, passando a R$ 294,79 graças ao recurso proveniente do socorro emergencial, embora ainda menor que R$ 10 diários.

Outros 18 milhões que viveriam com uma renda média domiciliar per capita de R$ 177,39 mensais conseguiram aumentar o ganho a R$ 402,85, graças ao auxílio emergencial. Na terceira faixa mais pobre, cerca de 16 milhões de pessoas que recebiam uma média de R$ 324,64 por mês por pessoa da família, pouco mais de R$ 10 diários, as famílias tiveram a renda elevada a R$ 511,92 mensais com o auxílio.

Essas três faixas de renda mais baixa concentraram quase metade (49,1%) da população brasileira que vive em lares beneficiados pelo socorro emergencial, mais de 52 milhões de pessoas. No entanto, outros 10,6 milhões de cidadãos desse extrato de renda mais baixa ainda não residem em lares assistidos pelo auxílio emergencial.

Cerca de 30,2 milhões de domicílios receberam algum tipo de auxílio em função da pandemia em julho, o equivalente a 44,1% do total de domicílios do País. Em junho, 43,0% dos lares estavam contemplados.

O valor médio do benefício – como o auxílio emergencial e o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda – recebido foi de R$ 896 por domicílio em julho, ante R$ 885 em junho. Na Região Norte, 60,6% dos domicílios receberam o auxílio em julho, e no Nordeste, 59,6%.

“Todas as unidades da federação registraram aumento de porcentual de domicílios que receberam auxílio”, disse Maria Lucia Vieira, coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Os Estados do Norte e Nordeste tinham as maiores proporções de domicílios onde pelo menos um dos moradores era beneficiário de algum programa de auxílio emergencial. Os cinco Estados com maior proporção de lares atendidos foram Amapá (68,8%), Maranhão (65,8%), Pará (64,5%), Alagoas (62,8%) e Amazonas (62,6%). Todos os demais Estados do Nordeste e Norte tinham mais da metade das famílias assistidas pelo auxílio emergencial, exceto Rondônia, em que 48,5% dos lares tinham sido contemplados.

Todos os Estados das demais regiões ficaram abaixo de 50%, sendo Rio Grande do Sul (29,6%) e Santa Catarina (24,5%) com menos domicílios assistidos, proporcionalmente.

O rendimento médio real domiciliar per capita efetivamente recebido em julho foi de R$ 1.271, um aumento de 2,9% em relação aos R$1.236 recebidos em junho. No Nordeste, a renda ficou em R$ 899, enquanto no Norte o rendimento foi de R$ 903.

A renda média domiciliar per capita dos domicílios onde nenhum dos moradores recebia auxílio do governo concedido em função da pandemia era de R$ 1.760, mais de duas vezes superior ao rendimento médio de R$ 797 das famílias contempladas pelo auxílio.

Num momento de mercado de trabalho precário e queda na renda, aproximadamente 4 milhões de famílias tinham algum integrante que solicitou empréstimo durante a pandemia do novo coronavírus. Aproximadamente 3,3 milhões deles (4,8% das famílias) tiveram a solicitação de crédito atendida, e em outros 762 mil casas o empréstimo não foi concedido.

“A maior parte dos empréstimos foi feita em bancos ou financeiras, 75,7%, e 23,6% dos empréstimos solicitados foram com parente ou amigo”, disse Maria Lucia Vieira, do IBGE.

Em julho, das 81,5 milhões de pessoas estavam ocupadas, 9,7 milhões estavam afastadas do trabalho na semana de referência da pesquisa, o equivalente a 5 milhões a menos de trabalhadores nessa situação em relação a junho.

A flexibilização das medidas de isolamento social e novas rodadas de demissões em empresas em dificuldades por causa da crise estão por trás da redução no número de trabalhadores afastados do emprego em julho. O nível da ocupação, que mostra o porcentual de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade de trabalhar, desceu de 49,0% em junho para 47,9%, em julho.

O número de horas trabalhadas pelos trabalhadores ocupados voltou a crescer, refletindo a retomada gradual das atividades: passando de 29,5 horas semanas em junho para 32,2 horas semanais em julho, ante um número médio de horas habituais de 40,1 horas por semana no mês.

O País tinha 12,3 milhões de desempregados em julho, 3,7% a mais que em junho, um aumento de 438 mil pessoas em busca de uma vaga. A taxa de desemprego aumentou de 12,4% em junho para 13,1% em julho.

A população fora da força de trabalho, que nem trabalhava nem procurava emprego totalizou 76,5 milhões de pessoas, um crescimento de 2,1% em relação a junho. Entre os inativos, 36,9% gostariam de trabalhar, mas não buscaram trabalho, o equivalente a 28,2 milhões de pessoas nessa condição, sendo que 19,0 milhões alegaram terem sido impedidos pela pandemia ou pela falta de vagas onde moravam.

Estadão Conteúdo

VISITA PRESIDENCIAL PAUTA O HORÁRIO DOS DEPUTADOS NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

A primeira visita do presidente Jair Bolsonaro ao Rio Grande do Norte, que ocorrerá na sexta-feira (21), esteve na pauta da sessão da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte nesta quarta-feira (19), ainda de forma virtual. No horário dos deputados, outros assuntos de destaque levantados foram as obras federais no Estado e a crise financeira do RN.

O deputado estadual José Dias (PSDB) foi o primeiro a se pronunciar, abordando exatamente a programação de Bolsonaro no Estado. O tucano destacou o alto investimento feito pelo Governo Federal no Estado nos últimos meses. “Indiscutivelmente é o presidente que mais transferiu recursos para os mais carentes do RN. E isso se reflete de forma muito expressiva em todas as pesquisas, a população do RN já começa a demonstrar o que é na realidade um valor definitivo, permanente, que é a gratidão”, disse Dias.

Ainda de acordo com o parlamentar, o grau de aprovação que vem sendo obtido pelo presidente é semelhante a desaprovação registrada pela governadora Fátima Bezerra (PT). “O povo está atento, esclarecido. Está vendo, independente dos discursos e palavras, onde estão chegando as obras, ações dos governos”, afirmou.

Em seguida o deputado Vivaldo Costa (PSD) destacou entre outros assuntos sua expectativa com a conclusão das obras da barragem de Oiticica, no Seridó potiguar. Segundo o parlamentar, o presidente Bolsonaro está dando as condições necessárias para que o projeto seja concluído pelo Governo do Estado. O parlamentar enfatizou ainda a importância do RN buscar melhorias neste momento, em que possui dois representantes no alto escalão do Governo Federal (Rogério Marinho no Ministério do Desenvolvimento Regional e Fábio Faria no Ministério das Comunicações).

Vivaldo também destacou a esperança vinda das mais recentes notícias em torno da vacina contra a Covid-19 produzida em Oxford. Conforme o deputado, ainda este ano deverão ser vacinados grupos de risco, equipes de saúde e segurança. “Mas em meio a tudo isso é preciso redobrar atenção com idosos, para que permaneçam em casa, protegidos”, disse.

O deputado Sandro Pimentel (Psol) agradeceu à governadora Fátima Bezerra pela sanção a um projeto de sua autoria, que garante a divulgação por estabelecimentos públicos ou privados da Lei que proíbe atos discriminatórios em virtude de orientação sexual e identidade de gênero.

Os cartazes devem ser afixados em local visível, de preferência na área destinada à entrada de clientes e usuários dos serviços oferecidos nos estabelecimentos e repartições públicas. As placas devem conter a seguinte informação: “Discriminação por orientação sexual e identidade de gênero é ilegal e acarreta multa – Lei Estadual Nº9.036/2007”.

Por último, o deputado Francisco do PT enfatizou a importância de projeto de sua autoria, que propõe a inclusão de conteúdos da cultura potiguar na rede estadual de ensino. “Nosso estado tem diversidade cultural forte, e a cultura tem importância grande, pelo resgate da memória, da manutenção dos valores e conhecimento histórico que a população precisa. Não podemos nunca abrir mão do conhecimento que devemos repassar para juventude, futuras gerações, da história e valores tradicionais e culturais”, disse.

Aprovação do Governo Bolsonaro no Nordeste sobe de 25% para 48% em três meses

Foto: Alan Santos/PR/Flickr

O PoderData mostra que a aprovação do governo segue trajetória de alta no Nordeste. Há pouco mais de 3 meses, 25% dos nordestinos avaliavam positivamente o governo. Hoje, são 48%.

 

A região é onde se concentra o maior número de beneficiários do Bolsa Família e que hoje recebem o auxílio emergencial de R$ 600 no lugar do benefício.

Segundo levantamento feito pelo Poder360, atualmente, o número de beneficiários do programa supera o de empregos com carteira assinada (o que exclui setor público) em 3 Estados do Nordeste (Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco).

O pagamento do auxílio emergencial termina neste ano. A intenção do governo agora é transformar o Bolsa Família no programa Renda Brasil, ainda a ser lançado. A estimativa é de beneficiar de 35 milhões a 40 milhões de pessoas com pagamentos no valor de R$ 300.

A percepção sobre o trabalho do presidente chegou à melhor taxa de aprovação na região. São 38% dos nordestinos que avaliam o trabalho de Bolsonaro como “ótimo” ou “bom”.

A rejeição segue em queda há pouco mais de 2 meses. Estava em 59% e, agora, são 43% dos nordestinos que avaliam Bolsonaro como “ruim” ou “péssimo”.

Poder360

Zenaide defende direitos de servidores da linha de frente de combate à Covid-19 contra veto que congela carreiras

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A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) defendeu os servidores que estão na linha de frente de combate à Covid-19, nesta quarta-feira (19), durante a sessão do Congresso que analisou, entre outros, o veto 17 (feito à Lei Complementar 173/2020), que impede a possibilidade de que profissionais de saúde, da segurança, da limpeza pública, professores, coveiros, entre outras categorias de servidores, tenham reajuste salarial, progressão e outros direitos de carreira, até o fim de 2021. “Não dá para acreditar que o presidente da República vai punir os médicos, enfermeiros, os profissionais da saúde, da segurança pública! Eles estão arriscando as vidas deles e dos familiares para salvar a gente!”, reagiu a parlamentar, ao comentar o veto presidencial.

Zenaide esclarece que o texto aprovado pelo Congresso não aumenta despesas, pois não dá aumentos salariais, mas apenas não bloqueia a possibilidade de que estados e municípios concedam aos seus servidores direitos inerentes às respectivas carreiras.

O veto 17 foi derrubado no Senado e, agora, precisa também ser derrubado na Câmara dos Deputados. A sessão que definirá o quadro está prevista para esta quinta (20).

GOVERNO DO ESTADO E PREFEITURAS NO RN JÁ RECEBERAM R$ 1,362 BILHÃO EM REPASSES DE RECURSOS DO GOVERNO FEDERAL

A soma dos repasses de recursos do Governo Federal ao Governo do Estado e às prefeituras dos municípios potiguares até o mês de agosto de 2020 chega a R$ 1,362 bilhão.

Os valores são referentes aos repasses do Fundo Nacional de Saúde (FAF-Covid), do Programa Federativo (PFEC), e também do apoio do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e Municípios (FPM).

O Governo do Estado recebeu R$ 745,96 milhões, somando os repasses do FAF-Covid, FPE e PFEC.

Os municípios potiguares dividiram R$ 616,88 milhões, oriundos do FAF-Covid, FPM e PFEC. Clique aqui para ver quanto cada município recebeu.

Os dados são da Secretaria de Governo (SEGOV) e da Secretaria Especial de Assuntos Federativos (SEAF) da Presidência da República.

Fonte:Blog do BG

Brasil atinge a marca de 110 mil óbitos por covid-19, informa Saúde

Diagnóstico Laboratorial, que realiza testes de diagnóstico de coronavírus no Centro Wielkopolska de Pneumologia e Cirurgia Torácica em Poznan

© Agência Gazeta

São 3,45 milhões de casos, 111.100 óbitos e 2,6 milhões de recuperados

https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-08/brasil-atinge-marca-de-110-mil-obitos-por-covid-19-informa-saudeO Brasil atingiu a marca de 110 mil mortes por causa da pandemia do novo coronavírus. Com 1.212 novos registros nas últimas 24 horas, o total chegou a 111.100. Os dados foram divulgados na atualização do Ministério da Saúde (MS) hoje. Ontem, o painel do órgão marcava 109.888 vítimas fatais da doença. Ainda há 3.173 mortes em investigação.

O balanço do MS também contabilizou 3.456.652 casos confirmados desde o início da pandemia. Entre ontem e hoje, foram notificados pelas secretarias de saúde 49.298 novas pessoas infectadas com o coronavírus. Ontem, o sistema do MS trazia 3.407.354 casos confirmados.

As estatísticas são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras há tendência de números maiores em função do acúmulo de registros que são enviados ao sistema do Ministério da Saúde.

A atualização do Ministério registrou ainda 730.298 pessoas em acompanhamento. Segundo o boletim divulgado pela pasta, 2.615.254 que já se recuperaram.

Veja os dados do boletim:

LETALIDADE
(número de mortes pelo total de casos)
MORTALIDADE
(quantidade de óbitos por habitantes)
CASOS POR HABITANTES
3,2% 52,9 a cada 100 mil 1.644,9 a cada 100 mil

Estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (27.591), Rio de Janeiro (14.913), Ceará (8.241), Pernambuco (7.280) e Pará (6.015). As unidades da federação com menos óbitos são Tocantins (536), Roraima (575), Acre (591), Amapá (622) e Mato Grosso do Sul (668).

Comparação internacional

O Brasil segue na 2ª colocação no ranking de casos e mortes. A liderança é dos Estados Unidos, que segundo o Boletim Epidemiológico da pasta, chegou a 5.313.080 pessoas infectadas e 168.446 mortes.

Já quando considerada a incidência (casos por 1 milhão de habitantes) e mortalidade (óbitos por 1 milhão de habitantes) o Brasil fica na 8ª posição, com índices de, respectivamente, 2.722 e 98. O país subiu um posto na lista de países por mortalidade em relação à semana passada, quando ocupava a 9ª colocação.

Agência Brasil

Bolsonaro fala em estender auxílio emergencial até o final do ano

(Brasília - DF, 19/08/2020) Palavras do Presidente da República, Jair Bolsonaro.Foto: Carolina Antunes/PR

© Carolina Antunes/PR

Programa atende 66,4 milhões de pessoas no país

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (19) que o auxílio emergencial deve ser prorrogado por mais alguns meses, podendo ser estendido até o final do ano. A declaração foi dada durante cerimônia, no Palácio do Planalto, em que o presidente sancionou duas medidas provisórias (MP) aprovadas pelo Congresso Nacional, a que institui o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (MP 944/20), e a que cria o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (MP 975/20). Segundo o presidente, o valor do benefício aos informais pesa nos cofres públicos e, por isso, deverá ser reduzido nos próximos pagamentos. 

“Hoje eu tomei café com o Rodrigo Maia [presidente da Câmara dos Deputados] no [Palácio] Alvorada, também tratamos desse assunto do auxílio emergencial. Os R$ 600 pesam muito para a União. Isso não é dinheiro do povo, porque não tá guardado, isso é endividamento. E se o país se endivida demais, você acaba perdendo sua credibilidade para o futuro. Então, os R$ 600 é muito. Alguém da Economia falou em R$ 200, eu acho que é pouco. Mas dá para chegar num meio-termo e nós buscarmos que ele venha a ser prorrogado por mais alguns meses, talvez até o final do ano, de modo que nós consigamos sair dessa situação fazendo com que os empregos formais e informais voltem à normalidade e nós possamos então continuar naquele ritmo ascendente que terminamos [2019] e começamos o início desse ano”, afirmou.

Instituído em abril, para conter os efeitos da pandemia sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais, o programa concede uma parcela de R$ 600 a R$ 1.200 (no caso das mães chefes de família), por mês, a cada beneficiário. Inicialmente projetado para durar três meses, o auxílio já teve um total de cinco parcelas aprovadas. Ao todo, são 66,4 milhões de pessoas atendidas. O valor desembolsado pelo governo até agora foi de R$ 161 bilhões, segundo balanço da Caixa Econômica Federal.

Medidas de crédito

As duas MPs sancionadas fazem parte das inciativas tomadas pelo Ministério da Economia para conter os efeitos econômicos da crise causada pela pandemia de covid-19. No caso da MP 975, o programa é voltado às pequenas e médias empresas, com o objetivo de facilitar o acesso a crédito e ajudá-las a se manterem abertas. Editada pelo governo federal em junho, a medida destina crédito a empresas que tenham tido, em 2019, receita bruta superior a R$ 360 mil e inferior ou igual a R$ 300 milhões. A previsão do Tesouro Nacional é disponibilizar R$ 10 bilhões, repassados ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), instituição responsável por coordenar o programa.

Já a MP 944, que cria Programa Emergencial de Suporte a Empregos, concede uma linha de crédito especial para pequenas e médias empresas pagarem salários durante a pandemia. Poderão participar do programa empresas com receita bruta anual de até R$ 50 milhões. O texto ainda prevê possibilidade de utilização do crédito para financiar a quitação de verbas trabalhistas de empregados demitidos.

Durante a cerimônia, o ministro Paulo Guedes (Economia) disse que os indicadores apontam melhora e ressaltou que o governo está finalizando as medidas de crédito adotadas para conter a crise.

“A economia está voltando, estamos furando com resiliência e serenidade as duas ondas, e estamos aqui praticamente fazendo o ciclo final das últimas medidas de crédito. Estamos aqui inaugurando hoje dois programas a mais dessa série”, comentou.

“O Brasil é o país emergente que mais expandiu o crédito, foi o país que mais auxiliou os desassistidos e protegeu os vulneráveis. Gastamos 10% do PIB [Produto Interno Bruto] para proteger os vulneráveis. Expandimos o potencial de crédito: R$ 1 trilhão. E tudo isso agora está empurrando a economia nesse final de ano, e nós esperamos ir aprofundando as reformas, de forma que o Brasil, já olhando para o ano seguinte, está de volta no trilho do desenvolvimento sustentável, que é onde estávamos antes”, acrescentou Guedes.

Vetos das MPs

A Secretaria-Geral da Presidência informou, em nota, que as duas medidas provisórias sancionadas pelo presidente tiveram vetos. Na MP 975, foi vetado o dispositivo que previa que a União seria fiadora do risco de inadimplência das operações de crédito e eventuais perdas financeiras de uma das modalidades do programa, o chamado Peac-Maquininhas, que concede empréstimo tendo como garantia os recebíveis em máquinas de cartão usadas por microempresários.

Outro ponto vetado, segundo a pasta, foi o artigo que estabelecia competência ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na condição de agente financeiro, para prestar as informações solicitadas pela Secretaria do Tesouro Nacional da Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia e pelo Banco Central do Brasil, “por contrariar o interesse público e gerar insegurança jurídica, ante a imprecisão técnica do dispositivo, pois não compete à Secretaria do Tesouro Nacional a responsabilidade pela gestão do Peac-maquinhas, tampouco do controle operacional dos recursos destinados ao programa”.

Já na MP 944, o governo informou ter vetado o dispositivo que permitia a concessão de crédito por até 18 meses após o término do estado de calamidade pública, já que as operações de crédito no âmbito do Programa Emergencial de Suporte a Empregos só poderão ser formalizadas até 31 de outubro de 2020.

Outro veto presidencial foi o artigo que limitava em R$ 15 mil o valor máximo da utilização da linha de crédito do programa para pagamento dos acordos homologados perante a Justiça do Trabalho, bem como para o pagamento de verbas rescisórias decorrentes de demissões sem justa causa para fins de recontratação do empregado demitido.

“Não está previsto limite financeiro para os casos de sentença trabalhista transitada em julgado, os quais poderão ser custeadas com as linhas de crédito independentemente do valor da condenação. A medida proposta desestimula a solução alternativa de conflito, pois está em descompasso com o objetivo maior do Programa Emergencial de Suporte a Empregos”, diz a Secretaria-Geral da Presidência, em nota.

Um outro veto acatado pelo presidente foi no dispositivo que permitia o uso do Fundo Geral de Turismo para garantir uma nova linha de crédito. O governo alegou que a medida não apresentava as condições segundo as quais esses empréstimos seriam feitos, nem qualquer estudo do seu impacto orçamentário e financeiro, “o que viola as regras constitucionais em vigor”.

COMISSÃO DE FINANÇAS QUESTIONA SESAP SOBRE CONTRATO DE AMBULÂNCIAS

Os deputados membros da Comissão de Finanças e Fiscalização se reuniram nesta quarta-feira (19), pelo Sistema de Deliberação Remota (SDR) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, para ouvir a servidora da saúde, Walkiria Gomes da Nóbrega, convidada pela Comissão para prestar esclarecimentos sobre a contratação de ambulâncias pelo governo do estado. O convite foi feito porque ela foi designada pela Secretaria estadual de Saúde para fiscalizar o referido contrato. De acordo com o deputado Gustavo Carvalho (PSDB), esta seria uma oportunidade de esclarecer alguns pontos.

Os parlamentares vêm investigando, no âmbito das prerrogativas legislativas deles, a contratação emergencial realizada pelo governo do estado, no mês de julho, de ambulâncias para o transporte sanitário de pacientes, com o aumento da demanda ocasionado pela pandemia de Covid-19. Eles tomaram conhecimento de irregularidades na contratação e, por isso, foram em busca de informações.

O deputado Gustavo Carvalho (PSDB) foi quem solicitou a presença da servidora na Comissão ao ter conhecimento de que ela seria fiscal do contrato. Ele agradeceu a presença da representante da Secretaria da Saúde e questionou se ela buscou a responsabilidade pelo contrato, foi convidada ou obrigada a ser gestora dele. Também quis saber se ela fez uma visita técnica no serviço oferecido pela empresa contratada e por que a sede da empresa não tem uma placa de identificação.

A servidora pública Walkiria Gomes da Nóbrega, que é enfermeira assistencial lotada no SAMU, desde 2009, respondeu que é fiscal do contrato e foi convidada pela Coordenadoria de Urgência e Emergência do estado. Afirmou que participou da visita técnica, que aconteceu na Escola do Governo, onde foram levadas as ambulâncias para verificação se se adequavam com o contrato.

“O desejo da comissão é dar maior transparência possível a este contrato. A senhora ao fiscalizá-lo sabia que era o primeiro contrato que a empresa assinava, sabia que a empresa estava no terceiro endereço de sede, e que, segundo informação junto à Receita Federal, tinha capital social de apenas R$100 mil? A senhora não acha estranho?”, indagou Gustavo Carvalho. Ele também perguntou se ela saberia dizer onde as ambulâncias se encontram hoje, se elas tinham sido fabricadas de 2017 para cá, como o contrato previa, e se a profissional tinha conhecimento da obrigatoriedade de apólice no valor de R$100 mil.

No que respondeu a servidora que a função dela era fiscalizar a execução do serviço. “Acredito que seus questionamentos sobre o contrato devem ser respondidos pelo contratante, a Secretaria de Saúde, e não por mim. Sobre a localização das ambulâncias, elas estão distribuídas, uma em Assú e duas em Parnamirim. E, sim, foram fabricadas depois de 2017, até porque são novas”, disse. Sobre a apólice ela não demonstrou ter conhecimento do assunto.

O deputado que preside a Comissão, Kelps Lima (SDD), e o deputado Gustavo Carvalho (PSDB) afirmaram e reiteraram que a responsabilidade pelo contrato era da servidora, então sobre ela cairiam as consequências de uma eventual constatação da irregularidade que eles desconfiam existir. Kelps Lima afirmou que Gustavo Carvalho trouxe documentos que comprovam que o contrato não está sendo executado.

“A senhora está como fiscalizadora dessa irresponsabilidade. Esta reunião é importante para que a senhora fique ciente de que está nos seus ombros as responsabilidades sobre este contrato. Em não sendo você a responsável, de quem é a responsabilidade de fazer essa checagem do contrato?”, falou Kelps Lima.

A servidora Walkiria da Nóbrega respondeu que esse é o papel da Comissão de Gestão de Contratos. “A minha função é fiscalizar se está sendo realizada a execução do serviço. Se tem viatura, se foi atendido, se os pacientes foram removidos. Isso eu sei responder. Para outros assuntos, vocês oficiam a Secretaria de Saúde, que designa o servidor responsável”, esclareceu.

Ela também esclareceu que os cerca de R$ 8 milhões mencionados pelos parlamentares correspondem ao teto máximo que pode ser gasto com aquele contrato. “Não é um valor fixo, é um valor variável, não quer dizer que chegaremos a esse valor. Pagamos apenas pelo serviço prestado. O contrato é em detrimento da pandemia, que pode até ser sustado com a queda de demandas da covid-19. E a tendência é o contrato ser sustado daqui para frente, já que os casos estão diminuindo. Está tudo no processo administrativo e esse acompanhamento é feito pela Central de Regulação, não tem nem como burlar isso”, falou.

Gustavo Carvalho informou aos presentes sobre a intenção de agendar uma visita presencial aos veículos locados e, também, fez mais perguntas para a servidora sobre detalhes da fiscalização, perguntou sobre atendimentos à vigilância sanitária e sobre a presença de equipamentos. Ele também mencionou a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o assunto. “O responsável por esse contrato vai ter que assumir a responsabilidade”, informou.

O deputado Tomba Farias (PSDB), por sua vez, não acredita que a servidora Walkiria seja responsável por esse contrato. “Ela foi bem clara, está fiscalizando a parte da saúde”, disse. Mas ele concordou que há incongruências no contrato e aconselhou a servidora para que ela vá em busca de esclarecer até onde vai a responsabilidade dela, “para depois você não ser penalizada por uma coisa que você não faz parte”.

O parlamentar também solicitou à Comissão que encaminhasse as seguintes perguntas à Secretaria de Saúde: se está registrado no portal da transparência o que foi pago nesses 45 dias de contrato, qual o valor da nota fiscal que foi tirado e quanto custa um atendimento desses.

Devido à ocupação do tempo com os questionamentos feitos à servidora, os Projetos de Lei que estavam pautados para serem votados na Comissão foram adiados para a reunião seguinte.

JOSÉ DIAS SOLICITA ABERTURA DE MAIS UM CENTRO CIRÚRGICO NO HOSPITAL DE MACAÍBA

O deputado José Dias (PSDB) voltou a falar nesta quarta-feira (19), durante sessão ordinária por videoconferência na Assembleia Legislativa, sobre a situação do Hospital Regional Alfredo Mesquita Filho, localizado em Macaíba. O parlamentar apresentou requerimento solicitando a abertura do segundo centro cirúrgico na unidade de saúde.

“A situação é mais grave do que imaginamos. Para que o centro cirúrgico funcione são necessários materiais e equipamentos que custarão em torno de R$ 100 mil, mas isso não significa nada para o poder público. Houve transferência de recursos federais para os estados e municípios e o Governo do Estado não pode negar”, disse José Dias.

O parlamentar destacou que o hospital iniciou as suas cirurgias eletivas em 2016, tendo realizado 300 pequenos procedimentos e 19 cirurgias eletivas, de hérnia e vesícula. Ainda de acordo com José Dias, Macaíba tem déficit de mais de 1.397 cirurgias gerais e 2.528 pequenos procedimentos. “Mesmo considerando o tamanho do município, é um número alarmante, mas como se pensa em coronavírus, tal situação parece que não significa nada”, desabafou o parlamentar.

José Dias disse que o Governo do Estado pode destinar o valor (de R$ 100 mil) a partir de suas emendas parlamentares. “Farei o procedimento legal para a Secretaria Estadual de Saúde e espero sensibilidade do Governo para resolver esse problema que atinge Macaíba e grande Natal”, finalizou o deputado.

Prefeitura de Natal libera funcionamento de casas de festas a partir desta quarta-feira

Decreto da Prefeitura de Natal que será publicado na edição desta quarta-feira (19) do Diário Oficial do Município (DOM), vai liberar o funcionamento de casas de recepção, reuniões corporativas, buffets e salões de festa infantil.

A decisão contou com o respaldo do Comitê Cientifico do Município.

Os estabelecimentos devem submeter os seus clientes a protocolos rigorosos de biossegurança, aferição de temperatura, controle de acesso, exigir o uso da máscara, só permitindo a retirada para o consumo de bebidas e alimentos.

Vamos combinar…

Em Natal, reuniões festivas já acontecem há bastante tempo e as pessoas não usam máscara, como revelam postagens em redes sociais.

E num ambiente onde as pessoas bebem, usar máscara como?

Aferição de temperatura não detecta se alguém tem o vírus da covid.

Que a retomada do setor seja positiva como atividade econômica e não venha a incrementar a rede hospitalar.

A consciência de cada pessoa é mais importante do que qualquer coisa entre as ações de combate ao coronavírus.

Fonte: Thaísa Galvão

Para evitar protestos, equipe de Bolsonaro altera agenda do presidente no RN

Valter Campanato/ Agência Brasil

Serviço de inteligência do Palácio do Planalto identificou alguns possíveis incômodos a Bolsonaro, a equipe pretende montar uma agenda livre e distante de estudantes do IFRN

Assessores do presidente Jair Bolsonaro chegaram nesta segunda-feira (17) a Mossoró (RN). A partir da cidade, a comitiva formada por cerca de 40 pessoas se espalhou na tentativa de despistar a população sobre a agenda que o presidente terá no Rio Grande do Norte na próxima sexta-feira (21) e para evitar possíveis protestos. As informações são do Blog da Thaisa Galvão.

Segundo o blog, de início, foi aventado que a agenda do presidente no Estado contaria com visitas à Praia de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal, e aos municípios de Assu e Jucurutu, onde está sendo construída a barragem de Oiticica. Contudo, a passagem pela capital do Estado está descartada. Bolsonaro virá ao RN acompanhado dos ministros potiguares Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Fábio Faria (Comunicações).

O serviço de inteligência do Palácio do Planalto identificou alguns possíveis incômodos a Bolsonaro. Por causa disso, a equipe pretende montar uma agenda livre e distante de estudantes do IFRN, que estariam organizando o protesto para receber o presidente, em função da nomeação do reitor pro tempore, professor Josué Moreira.

Segundo apurou o blog, a passagem de Bolsonaro pelo Estado incluirá Mossoró, onde ele vai desembarcar, e Ipanguaçu.

Agora – RN

VIOLÊNCIA E RECURSOS FEDERAIS DOMINAM DEBATE ENTRE DEPUTADOS DA ALRN

A violência registrada contra motoristas de Uber e também envolvendo crianças e adolescentes marcou o debate entre deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte na sessão virtual desta terça-feira (18). Os parlamentares ainda abordaram a importância do envio de recursos federais para viabilizar obras no Estado.

O primeiro a se pronunciar no horário dos deputados foi José Dias (PSDB). O tucano abordou exatamente os seguidos casos de violência registrados contra motoristas de Uber. “Minha solidariedade absoluta a todos os motoristas de aplicativo. Todos nós somos muito vulneráveis à violência, são poucos os que já não presenciaram ou sofreram atos assim, mas os motoristas estão ainda mais vulneráveis do que nós”, disse o parlamentar.

Já os atos de violência contra crianças e adolescentes foram levantados pela deputada estadual Cristiane Dantas (SDD), que destacou o recente caso que ganhou relevância nacional, envolvendo uma criança de 10 anos – estuprada pelo próprio tio desde os 6 anos – e que acabou tendo que interromper uma gravidez.

“Essa violência é algo silencioso. As estatísticas apontam que 53% das vítimas de estupro são crianças menores de 14 anos e a maior parte dos crimes são cometidos por familiares, que deveriam proteger. São em média 6 abortos por dias em meninas de até 14 anos vítimas de estupro. Violência sexual e estupro trazem sequelas e danos psicológicos para sempre”, disse a parlamentar.

Cristiane cobrou alerta constante da sociedade para identificar e denunciar casos de violência contra crianças e adolescentes. “Devemos estar em alerta, prestando apoio. Vítimas precisam ser vistas, ter acompanhamento psicológico. Podemos realmente ajudar mulheres e jovens a quebrar esse ciclo de violência”, disse.

O deputado Vivaldo Costa (PSD) cobrou modernização para a cidade de Caicó. “É preciso melhorar infraestrutura, o calçamento. A cidade está toda esburacada, a coleta de lixo é irregular, o que traz insetos, vetores de doenças. É uma tristeza. O saneamento básico que era uma grande esperança, está suspenso há meses inexplicavelmente”, disse.

Vivaldo revelou que enviou requerimentos à governadora Fátima Bezerra (PT) e ao ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, em busca de recursos para viabilizar as obras necessárias ao município. “Esse problema também é de Natal. Saneamento de Natal também está suspenso. Nossa esperança é que governadora e ministro possam fazer saneamento básico de Caicó e Natal”, disse.

A importância de recursos federais para o RN também motivou o discurso do deputado Coronel Azevedo (PSC). Segundo o parlamentar, graças aos investimentos realizados pelo Planalto o País tem visto diminuir o nível de desigualdade social. A informação divulgada por Azevedo tem como base um estudo da USP.

“É um fato importante em meio a pandemia, que não podemos deixar passar em branco. Registro histórico e estatístico. Especialistas indicam que essa melhora que o Governo Bolsonaro proporciona se deve a diversos fatores, não apenas ao auxílio emergencial, mas também as ações, obras, infraestrutura, programas criados para pandemia, redução da taxa Selic a níveis jamais imaginados, apoio à micro e pequenas empresas, um leque de ações que o governo implementou ao longo dos meses”, afirmou.